Como preparar mini abóboras para o dia das bruxas

Imaginar, fantasiar, decorar, preparar, assustar e… GOSTOSURAS OU TRAVESSURAS?

Pra marcar o dia das bruxas deste ano, a minha travessura, ou… gostosura… Foram mini abóboras laranjadas, carameladas, enfeitadas e assustadas!

Mini abóbora

Preparar essas lindezas foi muito fácil! As medidas são todas no olhômetro:

  • Lave bem a casca;
  • Corte a tampa e tire as sementes. (Para isso, pode usar uma colher, mas como ela é pequeninha, é bom passar o dedo no interior e ver se não ficaram sementinhas escondidas por lá);

Mini abóbora

  • Leve para cozinhar com açúcar, água e canela durante uns 10 minutos;
  • Escorra e reserve (com cuidado para não quebrar a pequena);
  • Faça uma calda, dourando açúcar e coloque a abóbora na panela com o interior virado para baixo por mais uns 3 minutos e divirta-se servindo suas mini abóboras doces!

Mini Abóbora para o Halloween

Se quiser mais doce, pode colocar mel dentro, fica uma delícia!

Mini abóboras enfeitadas para o halloween

Só é bom comer logo, antes que de formigas! rsrsrsrs

E pra você, qual vai ser desse Halloween? Conta aí!

Você sabe o que é alumbramento?

Faz bem pouco, eu tava lá, naquela Ilha Encantada, viajando para uma casinha num canto escondido. Feita de poesia, um jardim florido e muito amor!

Conhecia ali pessoas de bem, amantes das palavras e que se reuniam para um labioso curso de criação  em escrita com a Jornalista, escritora e bordadeira: Cris Lisbôa.

go-writers

A situação foi de conhecer, pensar, encantar, envolver e degustar todas as delícias do dia. Foi lá que conheci bem de pertinho, a palavra alumbramento.

Alumbramento para o dicionário nada mais é do que uma inspiração sobrenatural, liberdade. Experiências que passamos e que parecem não ser “deste mundo”. Momentos singulares, impregnados de algo maravilhoso que, de repente, nos toca e encanta. Uma espécie de encantamento faz-nos sentir “estrangeiros” e, ao mesmo tempo, plenamente nós mesmos, totalmente protegidos em algo familiar . Nestes instantes, desembaraçados dos poderes cotidianos, experimentamos uma impressão de extraordinária liberdade. (Dicionário Informal).

E foi mais ou menos nessa vibe, que ela, a Cris, nos fez refletir um único momento de nossas minúsculas e insignificantes vidas, onde estivemos frente a frente ao alumbramento guardado em nossas memórias! Logo de cara, ele saltou no meu pensamento, fez um nó na garganta, deu uma voltinha no interior, mas saiu, e foi mais ou menos assim:

Fulano de tal tem parafusos a menos na cabeça! É, eu sei. Vocês já devem ter ouvido algo assim algum dia. Pois é, diferente disso, a criatura aqui (no caso, eu) tem parafusos a mais! E o meu alumbramento se deu, a partir do momento em que fui diagnosticada com um tumor na cabeça e precisei passar por uma cirurgia punk para garantir que essa doce vida continuaria. E quando digo cirurgia punk, é porque foi punk mesmo! (Tem um pouquinho dessa história aqui.) Além de novos parafusos que apertam esse coco, na época fiquei com sequelas temporárias que poderiam levar um bom tempo para eu voltar a “vida normal”. Tempo tão longo, que poderia ser dois, quatro, seis, até oito meses!

Como no universo nada é por acaso, nesse ínterim, minha melhor amiga iria se casar e eu não poderia faltar, ou simplesmente dizer que não estaria lá, puxando a fila das madrinhas. Eu precisava me recuperar para aquele dia em específico, e foi quando falei para mim mesma: em dois meses vou melhorar, em meses estarei bem, em dois meses serei normal! A partir daí foi muita fisioterapia, acupuntura e vontade, daquelas que vem de dentro, mais forte que nosso corpo, de voltar a ser eu, a andar e sorrir normalmente. E para minha surpresa, faltando um dia para completar o prazo estipulado ouvi doces palavras dizendo que eu já estava de alta da fisioterapia. Nesse momento eu vivi o real significado do meu alumbramento. Cumpri com o prometido, alcancei minha meta e estava pronta para provar os vestidos mais lindos e começar uma vida nova.

Go, writers

E foi mais ou menos assim, meu alumbramento foi dividido com outras tantas estórias profundas que fizeram arrepiar corações ouvintes!

Só amor por este dia, e espero quem sabe, um segundo encontro, uma segunda casa, um segundo desmanual da escrita, um segundo módulo seu, Go, Writters!

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Abraçando patinhas

Como não amar alguém que fica o dia todo te esperando e sem se importar se você está bonito, perfumado ou maltrapilho, a recepção tá sempre garantida!

Abraçando Patinhas

Pena que nem todo mundo pensa assim. As vezes, “porque vou morar num apartamento e não posso levar”, ele bagunça minha casa e não quero mais”, “meu filho nasceu e nhenhenhem” e outros tantos motivos mais banais fazem que animais indefesos (sim, são indefesos e DEPENDENTES do homem e não vem com essa que se tá na rua sabe se virar) serem abandonados as vezes em situações tão precárias.

Quando fiz o Almanaque da Viva Bicho, vi tanta história que olha… só quem está imerso sabe a quantidade de barbaridades que são feitas com essas fofuras de quatro patas! :(

Nessa semana, recebi uma mensagem assim: Pri, tem uma dog morando numa lixeira, você pode acolher? Nem pensei, abri as portas e entrou, constrangida e submissa, uma cachorra linda, saudável e cheia de amor, pra tornar os meus dias mais alegres.

Cachorra morando na lixeira

Ela é tão fofa, tão querida e tão inteligente que fico imaginando, que criatura sem mãe largou um bichinho desses? Acabou o Gardenal da pessoa, porque outra explicação, tá difícil!

Quando vi a foto dela na lixeira, até pensei que ela iria fazer aquela bagunça em casa, mas gente… que cachorra mais querida! Quando não tô em casa, acho que dorme o dia inteiro, número 1 e 2 só na rua e não tá nem aí pra cachorrada latindo pra ela na rua. Um doce!

cao

A dog ainda não tem um nome definitivo, mas já tomou aquele banho cheiroso, foi desverminada, vacinada, já sabe sentar e dar a patinha, mostrando toda sua esperteza de quem aprende rápido! Acredito que logo encontraremos um lar cheio de amor para minha Dalmata do Paraguai.

Cachorro e criança

Ajudar animais faz um bem enorme, tanto para ele quanto para você, porque o carinho devolvido é quase que impossível de descrever.

Faça sua parte

E se você não puder recolher um animal da rua, mas quer contribuir, a Max – Total Alimentos criou o programa de responsabilidade social: Max em Ação. Clicando aqui, é possível encontrar ONGs cadastradas no projeto e fazer sua doação com valores a partir de R$6 (equivalente a 1kg). A cada doação feita para a ONG escolhida no site da campanha, a Max acrescenta mais 50% em cima. Ou seja, se você doa 10kg, a Max acrescenta mais 5kg e a ONG recebe, somente na sua doação, 15kg de ração. Vamos lá, que uma boa ação custa bem pouco e ajuda um monte!

“Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.”